Origens de S:

Citação:

S é um dos clones de Azalin, assm como a Morte.

Esse é o motive pelo qual ele adquiriu tal interesse nela. Ela é uma aerração.

Ela foi um dos últimos clones, e uma vez que ela era o único do sexo feminino, Azalin imaginou que havia poucas características dele ali.

Assim ele a ignorou por tuda sua vida, o que faz com que não seja uma coincidência o fato dela ser o único clone ainda vivo.

Bem, viva e não babando em algum canto por aí.

 



A grande revelação planejada para o Gaz VI/VII:

Citação:


Gazetteer VI: Os mares Tempestuosos:

* Azalin provavelmente fornece a S seu próprio navio e uma tripulação para levá-la.
Eles permanecem até o próximo Gazetteer.

* S agora sabe que Azalin está procurando por algo específico, mas não sabe exatamente o que.

* Azalin aumenta o serviço. Até então, S estava engajada em um guia do “Núcleo”. Agora Azalin diz a ela que há “outros” além, e que ela irá continuar procurando até encontrá-los. Ela está presa nesse trabalho até que ela procure por toda (ilimitada e não mapeada) Terra das Névoas.
* Desafiadora, ela pensa na forma como sua filha morreu. A filha de S foi atacada por um dos mortos vivos que S interrogava e acabou mortalmente ferida. A criança implorou para que sua mãe a deixasse morrer – que a deixasse descansar em paz. S não o fez. S enviou sua filha para IlAluk, pensando que a Cidade Morta preservaria a inteligência da garota (digamos que ela estava se transformando em um carniçal). S também esperava que sua filha pudesse ser utilizada como uma agente cooperativa dentro da cidade. Não funcionou. A filha morta viva de S apenas lhe deu um olhar irritado, e então desapareceu rumo ao coração da cidade, para jamais ser vista novamente.

* S não vai seguir por esse caminho. Ela determina seu próprio destino, e não será escrava de ninguém. S se atira de um penhasco, rumo às rochas lá embaixo.

* S desperta na mesma ilha uma semana depois, intacta. Surpresa, ela retorna aos penhascos e procura em meio às rochas, tentando averiguar como ela pode ter sobrevivido.
* S ENONTRA SEU PRÓPRIO CORPO DESTROÇADO E INCHADO PELA ÁGUA.
* S percebe que está presa. A morte não é escapatória. Azalin simplesmente continuará trazendo-a de volta até que ela termine sua tarefa.

* S está derrotada, por enquanto, mas ela continua tentando bolar um jeito de se livrar da situação, conforme o navio a leva pela Borda Enevoada, rumo às terras além.

 



Os Planos Principais….

Citação:


Nós não desenvolvemos todos os detalhes, mas o plano básico é de que o Cavalheiro Visitante estava tentando criar uma saída para for a do semiplano através de suas proles. Sua primeira tentativa, Malocchio, foi também o mais próximo que ele chegou do sucesso, uma vez que a mãe era por sí própria muito ponderosa.  Entretanto, uma vez que Malocchio acabou sendo um desapontamento, ele colocou seus olhos na única mulher do semiplano que poderia produzir uma prole demoníaca cem por cento capaz de escapar de Ravenloft: Madame Eva. (não é uma idéia tão nojenta – levando-se em conta que Eva é “tão velha quanto ela se sente”, uma vez sob o encanto do Cavalheiro Visitante ela deveria se reverter para uma aparência jovem e vibrante.)


O problema com esse plano era que Eva não nasceu ontem, logo o Cavalheiro Visitante está atravancado pensando em como chegar até ela.


O acordo básico em que Azalin e o Cavalheiro Visitante chegariam era (nós não trabalhamos todos os detalhes):

 


* Azalin iria de alguma forma ajudar o Cavalheiro Visitante a seduzir Madame Eva.
* Enquanto o Cavalheiro Visitante mantém Madame Eva fora de atividade, o poder prendendo Malocchio Aderre em Invidia enfraqueceria. Azalin e o Cavalheiro Visitante iriam então quebrar o feitiço, libertando Malocchio novamente.

* Esse seria um passo necessário para reunir todos os treze dukkars existentes em um único local, criando um “ponto cego” que nem mesmo os Dark Powers poderiam perceber ou afetar.

* Enquanto se escondendo dos Dark Powers (e livre de sua maldição), Azalin desenvolveria uma magia – uma espécie de reencarnação arcana/forçada – que prenderia o espírito de Irik em outra espécie de clone bebê que Azalin criaria, com ele mesmo como o pai e com S como a mãe.


Esse era o “plano” de Azalin, de qualquer forma. No metaplot, da forma como foi escrito, ele nunca chega a tentá-lo (pois S se sacrifica ao Deus Cérebro sem revelar a identidade do décimo terceiro dukkar).



Notas Seguintes

Citação:



Considerando o quão perto Azalin está de seu plano no final da história dos Gazetteers – ele conhece a identidade—pode se imaginar que o ultimo dedo do meio que S mostra ao seu patrão/criador/pai/gêmeo seria um obstáculo, mas não um desastre absoluto. Azalin não poderia determinar a identidade do décimo terceiro através de outros servos, ou por outros meios?

 

Do contrário, seria mais ou menos como começar a construir uma casa e então demolir tudo por você não ter tijolos suficientes para terminar a chaminé.

 
Bom, teoricamente correto, mas – pelo menos da forma que eu visualizei – o      décimo terceiro dukkar faltante estaria sendo vigiado por uma ghaele eladrin desde antes do seu nascimento, e ela está tomando todo o cuidado para garantir que ele nunca caia em mãos malignas. Além disso, uma vez que ele está sendo protegido pela skurra-vera desde o momento em que nasceu, a natureza demoníaca do Familiar (NdT: um personagem do Carnival) nunca foi capaz de se manifestar, então ele está invisível ao radar. (É também por isso que ela não o mata – até que ao menos sua herança demoníaca se manifeste, ele é basicamente um espectador inocente disso tudo).

Outro elo fraco no plano era a Besta das Colinas – a mais demoníaca dos 13 externamente – mas que não era maligna, e não concordaria com o plano. Somando isso com o fato de que Malocchio ainda está aprisionado, e que para libertá-lo requeriria sobrepujar Madame Eva (cujos poderes, a seu direito, certamente rivalizariam com os de Azalin), além do que os remanescentes 10 dukkars não estariam inclinados a cooperar como boas crianças, para começar, de forma que Azalin definitivamente teria muitos nós para desatar (o que ele não estaria fazendo dentro do escopo dos Gazetteers).


Finalmente, eu vi os Gazetteers como sendo mais especificamente sobre S e sua jornada moral, do que sendo sobre o grandioso metaplot ocorrendo de forma lateral, portanto, foi nisso que eu me foquei.


Eu nunca pensei muito sobre os eventos após o sacrifício de S em torno de 762 CB. Por lá eu imaginei que a 4a edição de D&D seria iminente (se já não tivesse chegado) e que o final da série dos Gaz iria provavelmente coincidir com o final da 3ª edição de Ravenloft.


Para o que vale mencionar, eu gostaria da idéia de Azalin realmente “sendo bem sucedido” e momentaneamente derrotando os Dark Powers em seu próprio jogo. Ele teria uma segunda chance para criar Irik de acordo com seu gosto, embora em troca de um terrível custo (para ele mesmo, para o oeste do Núcleo em geral, Darkon em particular, e os Vistani). Certamente isso não significa que Irik não ia ter o bom coração que ele possuía antes.  E Azalin *fosse* bem sucedido em 762 CB, Irik teria 13 anos no Tempo das Trevas Incomparáveis em 775 CB.
(O que quer que isso pudesse significar).

Quanto ao papel de Van Richten no Tempo das Trevas Incomparáveis, eu nunca pensei muito a respeito (ou, no que tange esse assunto, no ToUD em geral). O maior pensamento que eu investi nisso tudo foi que no momento mais sombrio, ele poderia simplesmente fazer com que algum darklord – provavelmente Azalin – se lembrasse de sua melhor natureza e convencê-lo a voltar atrás em algum feito apocalíptico. Eu também sempre favoreci o final do “rejuvenescimento” de Bleak House, o que eu creio que colocaria Van Richten em 775 CB na mesma idade física que ele possuía quando Barão Metus matou seu filho e deu início a sua carreira de caçador de monstros, eu creio. (O que quer que isso pudesse significar).

 

Pergunta:

 

Qual é o terrível custo para Darkon? Azalin não pode comandar os mortos para defender as bordas quando for a da visão dos Dark Powers?



Resposta

Nunca foi desenvolvido de fato. John tinha a imagem mental de Azalin erguendo o infante Irik em meio a algumas ruínas, mas eu não creio que eles tenham trabalhado os detalhes.

Nota do Tradutor: o plano desenvolvido para o cavalheiro visitante nos Gazetteers (utilizar o dukkar supremo, produto de uma união com Madame Eva, para escapar do semiplano) diverge do plano original elaborado por Steve Miller, embora ambas as versões possam facilmente ser incorporadas em uma mesma idéia.